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PORTALFORRO.NET – Coluna LEMBRANÇAS DO FORRÓ apresenta: a história de Angela Espíndola e Iara Pamela

Hoje o Luis Painho e sua Coluna Lembrança do Forró traz uma bela história de duas vozes lindas,doce e marcante do nosso forró de qualidade, nosso forró contemporâneo. Venho falar da história de sucesso das brilhantes cantoras: Ângela Espindola e Iara Pâmela.

Nascida em 07 de Agosto de 1975 na cidade de Intubiara-Go, mãe de 4 lindos filhos: Agnes,Bianca,Emanuel e Igor, Ângela Espindola tem relação com a música desde pequena pois conviveu com irmãos músicos e irmãs cantoras . Ela nunca quis ser cantora, pois era muito tímida, mas seu cunhado Edmilson Dantas um dia a levou pra fazer um teste na “banda Shock ” de Ouricuri (PE) na qual Angela ficou e passou 11 meses, indo em seguida foi para a “banda Talismã”.  Ângela tinha 17 anos e entrou na Limão com Mel no ano de 1993 onde passou grandes momentos e marcou uma trajetória de sucesso de 14 anos, emplacando grandes canções com sua linda voz, entre elas as inesquecíveis: Anjo Querubim, Desejos e loucuras, Meu Neguinho, Pertinho de Você, Janeiro a Janeiro, Toda sua, Veneno, entre outras brilhantes que vieram em seguida.

Ângela esteve na Limão Com Mel até o ano de 2007. Em Seguida, recebeu outro grande convite pra fazer parte da Família Gatinha Manhosa onde permaneceu durante 5 ano e 9 meses. Outra Banda que marcou com a sua passagem foi Meu Xodó de Pernambuco onde dividia voz com seu sobrinho Douglas Espindola. Um dos momentos mais marcantes em sua trajetória musical foi a gravação do primeiro DVD da Limão em Recife (PE) e  o DVD “Limão in Concert”. O momento engraçado, foi em São Paulo (SP) no “Olympia” , quando gravou a música “Game Over” e a mesma estava tremendo, por causa do medo de altura. Atualmente segue com sua brilhante carreira solo e iluminando os palco forrozeiros.

Iara Pâmela, natural da Cidade de Arcoverde Pernambuco, nascida em 02 de Março de 1975 e casada com baterista Bueno Moura da cidade de Caruaru, é  mãe de 5 filhos: Felipe, Aleanderson, Daniel, Emanuel e Emanuele. Tem uma estrada brilhante de sucesso, além de ser uma grande mãe, esposa e vovó. Dona de uma voz marcante e inesquecível, tem grandes canções marcadas na sua voz. É impossível ouvir: Meu Vicio, Lindos momentos, Sol de verão, Alguém que espero, Eu me enganei e não pensar no Forró Noda de Caju e a bela interpretação da Iara. Além da Noda de Caju, a cantora passou pelas bandas: Moleca 1o0 Vergonha, Banda Mega Byte, Banda Tropical, Forró Sabor de Mulher, Forró Lábios de Mel, Banda Onda do Calypso, Banda Adrenalina, Forró da Batidinha, Orquestra Super Oaha, Banda Nega Maluka e participou do Projeto Forró Como Antigamente onde dividia vozes com a Daniella Campelo e Luciene Melo do qual saiu em pouco tempo e chegou a dividir a voz com Ângela Espíndola no mesmo projeto. Hoje Iara segue carreira solo com seu projeto solo a doce voz que soa como uma noda marcada no coração dos forrozeiros que apreciam a boa música popular nordestina de qualidade.

Ângela e Iara nunca serão esquecidas e sempre serão lembradas por aqueles que curtem e ouvem a boa música forrozeira de qualidade, segue uma singela homenagem áquelas que nunca deixaram de brilhar nas ondas das canções do verdadeiro forró contemporâneo. Com Carinho, Luis Painho

 

 

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PORTALFORRO.NET – Coluna LEMBRANÇAS DO FORRÓ apresenta: A história de Eliane

Hoje trago a linda e brilhante história de sucesso de uma das divas do forró contemporâneo de qualidade. Vamos viajar e embarcar na trajetória de sucesso da rainha do Forró, Ela mesma, a Eliane. Eliane Jardim, Nascida em Fortaleza – CE, no dia 19 de janeiro de 1968) conhecida como A Rainha do Forró. 

O gosto e o talento pela música vêm desde os 15 anos quando Eliane contou com a ajuda de seu pai José Lima para conseguir seu espaço no meio musical, o mesmo a levou para fazer um teste em uma banda e descobriu então o seu dom de cantar. Eliane queria ser dançarina, mas seu pai, José Lima, a incentivou a cantar e em 1983 com 15 anos, ela grava de forma independente seu primeiro álbum que vendeu, em Fortaleza, 30 mil cópias.

 

Seu primeiro grande sucesso foi a música “Quando Será” do álbum “Quero ter você comigo” que deu a ela seu primeiro disco de ouro no Programa do Chacrinha na Rede Globo de Televisão. A música “Sem você não dá” foi interpretada por ela para o filme Luzia Homem de 1987 e em 1991 a música “Jeito Manhoso” fez parte da trilha sonora da novela Mico Preto. Em entrevistas, Eliane relata ter como referência músicas Elba Ramalho, Amélia e Alceu Valença. Foi indicada ao Prêmio Sharp por três vezes na categoria de cantora regional, depois de cantar por vários estados do Brasil, começando pelo Nordeste, Eliane faz sua estreia em solos estrangeiros, a cantora fez shows em Tourino, Brecha, Mestre, Firenze, Bolonga e Roma tocando o coração das pessoas com sua voz e seu jeito e suas performances única. Em 1998 a cantora tornou-se evangélica Gravando um cd na linha Gospel. É casada com o baterista Cláudio Júnior e mãe de um casal de filhos que a acompanha em seus shows. De lá pra cá um sucesso atrás do outro, assinados pelos melhores e maiores compositores do Brasil como: Rita de Cássia, Nando Cordel, Luiz Carlos, Elias Muniz, Natinho da Ginga,Chiquinho do Forró,e a própria Eliane que também assina alguns sucessos interpretados, entre eles citamos alguns hits mais tocados e aclamados pelo povo forrozeiro : “Luar do Sertão”,”Vou te Esperar”,” Quem é Ele ” ” Meu Nego ” ” Só Sei Te Amar ” ” Amor ou Paixão ” ” Brilho da Lua “,”Sem você não dá” “Brotinhos dos meus sonhos”,”Jeito Manhoso”entre outros sucessos brilhantes. Com sua voz inconfundível, seu jeito dinâmico nos palcos e seu carisma Eliane hoje serve de referencia para muitos artistas do meio forrozeiro

PORTALFORRO.NET – Coluna LEMBRANÇAS DO FORRÓ apresenta: A história do Forró Mel com Terra

Hoje vamos fazer uma simples homenagem a uma banda que adocicou a vida de muitos forrozeiros, casais apaixonados, amantes e apreciadores de um bom forró nordestino, pois através das suas lindas melodias e letras memoráveis feitas por grandes compositores como Rita de Cássia e Luiz Fidélis. Os mesmos assinaram grandes clássicos do Forró mais Doce do nordeste, destacam-se: Eu,você e amor, Fica Comigo, Com te queria, Diz que me ama porra, Baião de dois, Cavalo Lampeão, Pra falar de Amor e muito mais.

O ‘Forró Mel com Terra”  surgiu no mercado forrozeiro no dia 19 de Março de 1992, em Fortaleza – CE, sendo a terceira banda da empresa Somzoom Stúdio, pois já tinham vindo a frente a Aquarius e o Mastruz com Leite (mãe do forró moderno). O Mel, em sua trajetória forrozeira, gravou oficialmente 13 cds em sua discografia com o selo Somzoom: Doido por forró(1993), Diz que me ama porra (1994), Amor que fica (1995), Eu sou um santo(1997), Ao vivo 1(1998), O vaqueiro gosta disso (1999), Segredo da paixão, Acústico (2000), Vizinha fuxiqueira (2001), Ao vivo 2(2002), Ao vivo 3, Arrasata-pé (2003), Meu céu Meu Mar (2005) e logo após a banda deu uma parada, voltando em 2008 com Lucinha e Rômulo, não obtendo êxito na época. Em 2009, houve o surgimento de uma nova equipe Mel com terra em Pernambuco comandada pela Forrozão Promoções e com os cantores: Valéria Cavalcanti Charles e Bubbaloo Pimentinha que chegaram a lançar um cd promocional com sucessos da banda e em 2010 essa mesma equipe gravou o primeiro DVD da banda em Aracaju com a participação do Mastruz,  representado na época pela cantora Samyla França.


O Mel estacionou em 2012 e voltou em 2013 em Fortaleza-CE com os veteranos Lucinha e Rômulo César, gravaram um promocional e voltaram com tudo em 2014 com uma surpresa: chega ao Mel com Terra duas vozes maravilhosas, Ana Amélia e João Filho, ex-Mastruz com Leite, e também trás a volta do Mário Augusto. No começo de 2015, saem da banda Ana e João, que regressaram para sua antiga banda e entra a Gleyce Costa. Agora pertinho do termino do ano de 2015, o forró mais doce do Brasil, que embalou muitos corações e retratava a vida do povo nordestino em forma de poesia chega ao fim.

Espero que o fim seja passageiro novamente e que eles estejam em férias em nosso coração forrozeiro, afinal vai ser dificil deixar de ser: ‘Doido por forró, gritar pra todo mundo um diz que me ama porra, afinal amor que fica é aquele que tem o segredo da paixão guardado em seu coração,não vou deixar de dizer que Eu sou um santo por mais que a vizinha fuxiqueira fale de mim, porque o vaqueiro gosta disso. Mel com Terra vai ser sempre Meu Céu Meu mar. Fica minha simples homenagem a todos os fãs do Mel com terra e principalmente aos que abrilhantaram, com suas vozes, a frente dos palcos!

Texto: Luís Painho

O PORTAL FORRÓ preparou um EP especial com alguns dos grandes sucessos da banda para você:

http://www.suamusica.com.br/epmelcomterra

Confira o repertório:

01 – Cavalo Lampião

02 – Como te queria

03 – Fica comigo

04 – Eu, você e o amor

05 – Diz que me ama, porra!

06 – Pra falar de amor

07 – Baião de Dois

08 – Tá colado

PORTALFORRO.NET – Coluna LEMBRANÇAS DO FORRÓ apresenta: a história de RITA DE CÁSSIA – A poetisa do forró!

É chegado o mês de Junho, ponto alto da cultura nordestina e época em que o forró impera nas festas e festejos de São João. O Portal Forró trará uma série de reportagens com grandes nomes do forró brasileiro na coluna Lembranças do Forró – Edição Especial, confira a primeira parte com um dos maiores nomes da música nordestina, a poetisa Rita de Cássia:


Texto por Luis Painho:

Hoje o lembranças do Forró, Edição Especial Parte 1, traz a todos amantes do forró contemporâneo a belíssima trajetória de sucesso de um ícone da verdadeira e admirável poesia nordestina, em forma de letras e melodias, que tem em sua lindo e brilhante currículo musical uma verdadeira aula da imensidão que tem em nosso nordeste abençoado por Deus.

Carreira

Estou falando da Poetisa do Forró Rita de Cássia Oliveira dos Reis, nascida em Alto Santo em 8 de agosto de 1972, mais conhecida nacionalmente por Rita de Cássia, cantora e compositora. É considerada a maior compositora de forró do Brasil e tem mais de 350 músicas compostas sem parcerias, sendo letras e melodias de sua própria autoria. No decorrer de sua carreira, Rita de Cássia gravou 12 CDs em parceria com seu irmão Redondo e a Banda Som do Norte, 5 CDs Voz e Violão,1 DVD Acústico, 1 Cd em comemoração aos 20 anos de carreira,1 CD Rita de Cássia Ao Vivo (2010) seguindo de outros trabalhos promocionais. Com mais de 450 composições, não é à toa que ela recebeu do meio forrozeiro o título de “A Melhor compositora de Forró do Brasil “.Rita tem músicas gravadas por vários cantores e bandas, como Mastruz com Leite, Cavalo de Pau, Mel com Terra,Aquarius, Calango Aceso, Rabo de Saia,Catuaba com Amendoim, Balaio de Gatos, Banda Styllus, Aviões do Forró, Eliane, Kátia di Tróia, Frank Aguia, Caviar com Rapadura, Capital do Sol, Calango Aceso, Wesley dos Teclados, Amelinha, Marinês, As Mineirinhas, entre outros.

A vida de Rita de Cássia

Rita é a penúltima dos doze filhos que sua mãe, a professora dona Maria Oliveira dos Reis teve com seu pai, o agricultor e sanfoneiro Francisco Flor dos Reis. Quando começou a compor, escrevia suas poesias em cadernos e guardava só para ela, porque não se interessava em mostrar a ninguém e quando concluiu o 2° grau, seu irmão Redondo a convidou para ser cantora da Banda Som do Norte. Mesmo sem aprovação dos pais, inclusive por meio de conselhos do padre da cidade que dizia a família para ela não entrar no mundo artístico porque era muito inteligente e tinha futuro brilhante, Rita ingressou em seu sonho de cantar e ser uma grande compositora e com o tempo ela os fez mudar de ideia.  Em 1992, a cantora Eliane grava Brilho da Lua, um sucesso absoluto da época, sendo a música mais executada em Fortaleza no período e um clássico do forró moderno lembrado até hoje. Logo em seguida, a canção “Sonho Real” foi gravada pela Banda Mastruz com Leite que já começava a despontar com muito sucesso no Ceará e outros Estados mas era só o começo de uma frutuosa parceria. Em 1993, Mastruz com Leite grava “Meu Vaqueiro, Meu Peão” de Rita de Cássia e é uma explosão de sucesso em todo Brasil e é considerada o hino do forró até hoje!

Assim começou o estrelato de Rita de Cássia como compositora e já em 1993, ganhou o diploma de “Destaque de Melhor Compositora do Ceará 1993”. O forró começava a tomar conta de todo Nordeste com a nova linguagem romântica, a poesia. A forma direta de falar de amor começou a dar certo e Rita de Cássia, usando todo o seu talento e carisma, continuava compondo canções lindíssimas e recebia muitos elogios a cada dia de locutores, bandas e de principalmente de jovens que passaram a gostar do forró com esta grande revolução. Em 1994, Rita voltou a ser premiada e ganha o prêmio “Destaque da Região Vale do Jaguaribe” como melhor compositora do nordeste. Além disso, já estava em 8° lugar entre os melhores compositores do país e, em 1995, recebeu os parabéns do ECAD por ter sido primeiro lugar em execução no Brasil, juntamente com a SomZoom Stúdio. Foi também nesse ano que foi gravado o primeiro CD intitulado Rita de Cássia, Redondo e Banda Som do Norte, tendo como sucesso a música “No voo da asa branca”, em que retratava a saudade dos nordestinos que deixavam sua terra natal e partiam para as grandes cidades.

Prêmios e Consagração Nacional

No ano de 1998, Mastruz com Leite volta a fazer sucesso nacional com a música “Tatuagem” de Rita de Cássia, que foi umas das mais tocadas nas rádios de todo o Brasil. Em 1999, Rita participou do projeto “Barraca do Gonzagão 2” onde homenageou o Rei do Baião Luiz Gonzaga interpretando a canção “Meu Pajeú” do Luiz Gonzaga e do Raimundo Granjeiro, concretizando assim mais um sonho de Rita me cantar sucessos de um dos seus maiores ídolos, O rei do baião! Em 2000, seus méritos também foram reconhecidos no evento “XX – O Século das Mulheres”, promovido pelo jornal Folha do Comércio, onde ela foi homenageada e recebeu o título de “Compositora do Século XX”.  Em 2001, Rita de Cássia juntamente com o Emanoel Gurgel e a Somzoom Stúdio trouxe ao mercado musical um desafio em compor uma canção extensa com mais de 8 minutos que retratava a história real de um amor proibido, que dessa paixão nasce um fruto abençoado e que explodiu em todo território nacional, a canção “Saga de um vaqueiro” na voz do cantor Neto Rapariga do Forró Catuaba com amendoim. Essa canção voltou ao mercado forrozeiro em 2008, no cd “Arrocha o nó 2” da Banda Mastruz com Leite, a banda que tem o maior número de canções gravadas da Rita de Cássia,e novamente volta na voz do Neto (agora no Mastruz) e até hoje permanece no repertório emocionando a todos que a ouve. Em 2002, teve novamente a explosão de suas composições na música “Jeito de Amar”, gravada na voz de Solange Almeida e o Xand na Banda Aviões do Forró, em seu Segundo cd. Em 2004, Rita deixa a Banda Som do Norte após 10 anos e não parou de cantar e compor divulgando vários sucessos e CDs promocionais com clássicos e inéditas. Em 2013, o Mastruz com Leite, na voz espetacular do cantor Neto no CD  vol.46 traz uma bela homenagem com a canção feita pela mesma “Mãe Maria e Pai Chico Fulô” que conta a linda história da família e da vida da poetisa Rita de Cássia. Nesse mesmo ano, ela gravou o clip da canção “O tempo e a Certeza” nos Stúdios Somzoom. No ano de 2015, Rita recebe mais uma benção de Deus no filme “Boi Neon”, filme que ganhou prêmios no Brasil e no exterior relata a história de um vaqueiro e traz em trilha sonora a canção “Meu Vaqueiro meu peão” de sua autoria, originalmente gravada na voz da cantora Kátia Cilene e o Forró Mastruz com Leite, sendo mais um reconhecimento da poetisa do forró na cultura nacional.

Discografia de Rita de Cássia 


Lista dos principais prêmios

Em sua trajetória de vida, trabalho e sucesso ela coleciona grandes e brilhantes premiações vejamos algumas:

  • “Destaque de Melhor Compositora do Ceará 1993”. (1993)
  • “Destaque da Região Vale do Jaguaribe”. (1994)
  • “Compositora do Século XX” (pelo evento “XX – O Século das Mulheres”). (2000)
  • “Compositora do século XX” (pelo Jornal Folha do Comércio de São Paulo).
  • “Diploma de Mérito Cultural” (pela ALMECE – Academia de Letras dos Municípios do Estado do Ceará). (2008)
  • Maior Compositora de Forró do Brasil” (pelo Jackson e Gonzagão do São João de Campina Grande) (2010)

Rita de Cássia atualmente segue em sua carreira solo mas com o mesmo brilho, carisma e originalidade de sempre. Seu jeito doce e agradável conquista a todos por onde passa se apresentando e permanece compondo maravilhosas canções! Espero que ela receba com carinho essa linda homenagem do Google do Forró,rsrsrsr assim que a Rita me chama. Sucesso e muita luz em seus caminhos!

O PORTAL FORRÓ preparou um EP especial com alguns dos grandes sucessos da cantora para você:

Baixe agora: 
Confira o repertório:

01 Voo da asa branca

02 Maria Filha do Sertão

03 Meu vaqueiro meu peão

04 Saga de um vaqueiro

05 Raizes do Nordeste

06 Onde Canta o Sabiá

07 Brilho da lua/ Sonho Real ao vivo

PORTALFORRO.NET – Coluna LEMBRANÇAS DO FORRÓ apresenta: Natinho da Ginga, um dos maiores produtores da história do forró!

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Hoje apresento a todos amantes e apreciadores de uma boa música regional um breve histórico de um grande mestre na arte musical e um artista que podemos dizer que tem múltiplas funções além de tocar diversos instrumentos musicais pois canta, produz e compõe, além de ter em seu currículo mais de 600 canções com sua assinatura e com grandes parcerias. Relato a vocês a linda e brilhante trajetória de sucesso de Raimundo Nonato do Nascimento ou melhor o Mestre Natinho da Ginga, nome artístico que o consagrou em todo nordeste. O nome Natinho da Ginga veio do esporte (capoeira) que o mesmo praticava, antes ele era conhecido apenas como o compositor Natinho Nascimento, daí por causa da capoeira trocou o Nascimento por Ginga.

Cearense Nascido em Canaã município de Trairi, é formado em Administração de Empresas na UNIP-CE e atualmente faz pós-graduação em Direito Tributário na Faculdade Ateneu, que fica em Fortaleza-CE. É um dos maiores responsáveis por produzir e descobrir grandes nomes no cenário forrozeiro e no meio popular. Natinho deu seus primeiros passos musicais ainda criança nas festinhas de igrejas em sua infância, mais foi aos 9 anos que começou a estudar música e aprender a tocar violão, seguindo de outros instrumentos como guitarra, baixo, teclado e percussão. A partir daí nasciam belas e maravilhosas canções, ainda seguida de versos e letras sem registros e nada profissional, apenas a mente de um gênio sendo desenvolvida pra mais tarde ser projetada pra grandes descobertas e conquistas. Ele só seguiu a carreira musical após servir a marinha dos 17 pra os 18 anos mas não ficou por lá, partiu pra o lado musical.

Amante da boa música Natinho era fã do cantor Fagner, profissional o qual ele tinha respeito e admiração. Era também pesquisador e admirador da músicas e ritmos latinos (cumbia, mambo, merengue, zouk e kassicó) e se espelhava nessa mistura de ritmos brasileiros com ritmos latinos, pois sempre teve grande facilidade de compor qualquer estilo musical mas foi no forró que o mesmo encontrou o lado comercial. Natinho não teve apadrinhamento pra mostrar seus trabalhos, sempre tomou iniciativas e saía mostrando suas qualidades musicais em busca de oportunidades. Seu primeiro sucesso nasceu em 1988 no LP do Cantor Beto Barbosa, a canção Forregue foi estouro na época e a partir daí nascia um novo vínculo de amizade e o Natinho começou a produzir  Beto Barbosa.

Ainda no fim dos anos 80 surgia outro grande sucesso da época, a Banda Passport que veio com os sucessos (Ginga Africana e Mudou o nosso amor). Natinho da Ginga como interprete lançou LPs nos anos 80, que tiveram sucessos tocados nas rádios da época como: Essa coisa pega, Balançando o esqueleto, Lágrimas de crocodilo, Balanço latino, Solte sua taralha, entre outras. Natinho teve seu nome em parceria com grandes bandas como Natinho da Ginga e Banda Oxente Music, que estourou com o sucesso Bacana na voz da Joelma Rios e do Rafael Camurça, Caviar  com Rapadura, Banda Matto Cearense, entre outras. Esse grande profissional descobriu e produziu grandes bandas e cantores dos anos 90, dentre eles podemos relembrar: primeiro trabalho da banda Aquarius – Os engomados do Forró que estourou com dois grandes sucessos: Amor a prestação e Amor escondido.o cantorCarlos Rilmar e o sucesso Princesinha, Camurça Neto com a canção Nega Princesa. Trabalhou com o cantor Solano de Belém do Pará, Nonato do Cavaquinho, Sirano e Sirino, João Bandeira, Paulo Ney, Banda Maradonna, Garota Safada e Cheiro de Menina. Ele foi responsável por grandes destaques no forró com as bandas: Forró Maior que emplacou composições com parcerias de nomes como Possidônio, Mardônio, Fernando Monterrey, Sidney Silva, entre outros, assim como sucessos como: Vem ficar comigo, Dominar seu coração, Amor proibido, Tatuagem de amor, Príncipe do meu coração, Tentando te esquecer, entre outras. Natinho produziu e participou em CDs dividindo canções de sucesso nas principais bandas que produziu,vejamos algumas : Forró Café Coado, Forró Legal, Unidos do Forró, Gatões do Forró, Baby Som, Banda Líbanos, Forrozão Tropykália, Zanzibar, Caviar com Rapadura, Calcinha Preta, Mexe Ville, Grupo Show Terriveis, Oxente Music entre muitas outras. Na Caviar com Rapadura o mestre Natinho estourou grandes sucessos canções memoráveis como: Balançando esqueleto, Lágrimas de crocodilo, Novo amor, Me dá uma chance, Brigas, My Mistake nas vozes do Berg Rabelo, Joelma e Mario Augusto. Com Mastruz com Leite, Natinho emplacou o sucesso Amor verdadeiro na voz da Bete Nascimento, no Forró Cavalo de Pau na voz da Francylene o sucesso Lua solidão, A rainha do forró Eliane a linda canção Amor ou paixão que estourou nos melhores programas de TV de São Paulo e do Rio de Janeiro ganhando uma grande projeção. Trabalhou com o Cantor Ovelha, estorou sucesso com Márcia Ferreira, Trio Los Angeles,

O músico fez turnê pela Europa e trabalhou nas mais renomadas gravadoras como responsável pelo departamento do estilo forró como:Sony Music, EMI Odeon,Polygran (hoje Universal Music) e a Continental. Teve projetos de coletâneas de forró apoiados pelos renomados apresentadores de TV Ratinho e Raul Gil e lançou a Banda Aviões do Forró em 2002. Natinho dividiu grandes sucessos com belas vozes femininas do nosso forró, dentre elas não podemos deixar de citar: Solange Almeida, Jeanny Lins, Joelma Rios, Vanessa Ville ,Cleene, Samya Maia e a Lanne Santos. Natinho é um grande conhecedor e descobridor de sucesso e na saída do Frank Aguiar da Somzoom o Frank iniciou uma nova etapa migrando pra gravadora Abril Music e explodiu em São Paulo e Rio com as canções feita pelo Natinho: Mulher madura e o Hino das loiras. Ainda na ativa com sua mente brilhante e inovadora Natinho da Ginga em 2014 trouxe a banda Eletroforró, a qual teve seus cantores escolhidos em um programa na TV Diário do Ceará.

Quem é forrozeiro e apreciador do forró contemporâneo certamente em algum momento da vida já deve ter ouvido alguma canção com os seguintes dizeres: “É a banda… com participação de Natinho da Ginga” não dá pra esquecer dessa frase maravilhosa. Essa é minha singela homenagem aquele que fez e faz do nosso forró uma grande máquina de sucesso com grandes e brilhantes letras e melodias dançantes e contagiantes, Ao Mestre Natinho da Ginga.Luis Painho!

O PORTAL FORRÓ preparou um EP especial com alguns dos grandes sucessos do músico para você:

Baixe agora: http://www.suamusica.com.br/epnatinhodaginga

01 Balançando o esqueleto – Lágrimas de crocodilo

02 Amor verdadeiro

03 Vem ficar comigo

04 Volta pra mim

05 Coração fica ferido

06 Coração latino

07 Ah como eu te quero

08 Ciúme de você

PORTALFORRO.NET – Coluna LEMBRANÇAS DO FORRÓ apresenta: A história de Ednir Maia, o criador da Banda Styllus


Por Luís Painho

“Não sei para onde vou, Nem de onde você vem, Mas tenho certeza de que qualquer dia desses nós nos encontraremos num baile com a Banda Styllus”.(Ednir Maia)

Essa frase pertencia ao compositor Ednir Maia e estava presente em todos os encartes dos cds da Banda Styllus.

Numa família de sete filhos, todos Josés, nasceu José Edinir Maia (codinome, Ednir) no dia 12 de junho de 1964 na comunidade de Sítio do Rocha, cidade de Tabuleiro do Norte no Ceará. Em 1977, mudou-se para a cidade vizinha, Limoeiro do Norte e aos 15 anos foi morar em São Paulo. Ao ver uma banda de música tocando numa Praça em São Paulo, aflorou nele o dom que Deus lhe havia dado, foi o suficiente para ter certeza que o mundo artístico da música estava na veia e no sangue. Ficou encantado com o som que ouviu e, em novembro de 1980, já com 16 anos, retornou a cidade de Limoeiro do Norte para ingressar na Escola de Música Maestro José Robles. Passou a fazer parte da banda de música da cidade tocando sax-barítono, tornou-se um músico polivalente, tocando inclusive violão.

Ednir era uma pessoa pacata, tranqüila, religiosa, serena e amada por todos que o cercava. Quando ia compor, deitava-se na sua rede, pegava seu violão e passava noites em claro compondo. Ednir via música em tudo! Certo dia, depois de ceiar com a família, pegou o próprio copo e os outros seis de seus irmãos, os encheu de água em quantidades diferentes e começou a tocar suas músicas batendo nos copos que davam o som das notas musicais. Ednír pouco se importava com valores materiais, sua felicidade era estar com os pais, os irmãos e os amigos, cantando e tocando.

O poeta, cantor e compositor, Ednir, tinha o sonho de montar uma banda. Junto com seu irmão José Nilson, montou a Banda Ação Musical que não teve muito êxito. Seu trabalho e sua fé em Deus eram grandes, o mesmo tinha uma frase que dizia: “Acredite nos sonhos como na sua própria vida”. Com seu talento para compor, cantar e tocar, passou a ser convidado a animar aniversários, batizados, festas em colégio e outros eventos artísticos da cidade. Em 1985, recebeu a medalha de cantor revelação. Em 1988 no Clube BNB recebeu a medalha de artista do ano.

Certo dia falou para sua mãe que um dia, todos iriam ouvir falar da Banda Styllus 7. Surpresa, a mãe perguntou: “Porquê Styllus 7?”. Ele respondeu: “Porque somos 7 irmãos, 7 Josés e 7 são as notas musicais”, e ali surgia o nome do grupo ‘Banda Styllus 7’. O sonho do poeta Ednir Maia se concretizou em 02 de julho de 1989, data em que foi fundada a “Banda Styllus 7”, que levou esse nome até o ano 1991, quando a banda gravou seu primeiro LP “MISTURA” intitulado Ednír e a Banda Styllus (sem o sete). O segundo LP foi gravado em janeiro de 1992 intitulado”Vida de Vaqueiro”. Essa canção é sucesso até hoje e foi regravada com a Banda Mastruz com Leite na voz do Neto Leite. Dias após a gravação, no dia 23 de março, o criador da banda, o poeta e cantor Ednir Maia faleceu em um acidente na BR-116 quando pilotava sua moto. Ednir se tornou um marco na música regional cearense e até hoje recebe homenagens por suas composições.

O Salão de Dança do BNB Clube de Limoeiro do Norte recebeu o nome do poeta, mas, sua homenagem maior é com certeza a BANDA STYLLUS, seu sonho vivo. A Banda Styllus gravou seu primeiro cd em 1994 intitulado”Dor de Saudade” com o selo Somzoom e ficou na gravadora até o ano de 1998, no cd Ao vivo 2, a partir trabalhos dos seguintes seguiu independente com mais 7 trabalhos completando ao todo 2 LPs e 14 cds em sua discografia memorável. O volume 14,  gravado em 2012,  implacou os sucesso “Eu não volto” da compositora Zélia Santi e foi interpretada na voz da cantora Tarciana Gomes.

Nessa História brilhante de sucesso não poderei deixar de citar grandes nomes que fizeram esse belíssimo sonho acontecer a frente do melhor estilo de fazer forró: Joáb Maia irmão do Ednir que esteve nos vocais da banda até o cd 12 “Ao vivo 4” e gravou grandes e brilhantes sucessos da banda como: Você me Magoou, Quero, Perfil do Poeta, canção que expressa uma linda homenagem ao inesquecível Ednir e foi composta pela poetisa Rita de Cássia. Depois seguiu apenas na produção da banda. Rozângela Bandeira com sua linda voz, jeito despojado, divertido, contagiante e espontâneo, interpretou canções memoráveis e de sucesso até os dias atuais como Lágrimas de Amor, Chuva de Verão, Doce Pecado, Cai Fora, Amor de Fantasia, São João na Terra, entre outras. Nilberto marcou com os sucessos Lembrança de Vaqueiro, Coração velho 2, Quando chego no forró, Vida de estrada, Me chama e Beija Flor sem flor. Daniella Campelo que encantou a todos interpretando as inesquecíveis Flertes, Atração, Guardo no Peito, Vem me amar e Inconsequência. Gil Mendes fez uma linda e marcante passagem deixando marcado em sua voz os sucessos Alguém, Mais que um beijo, Teu segredo, Barco Negro, Sou Feliz, Depois das seis e As Digitais desse amor. O primeiro cd da Banda Styllus tem uma voz feminina que não dá pra esquecer pois ela está em nossos corações forrozeiros até os dias de hoje e abrilhantou os sucessos Dor de Saudade,Você me magoou, Fogo de paixão e último verão, estou falando da voz da cantora Tetê, que gravou a base dos grandes sucessos do primeiro trabalho da banda em cd, seguindo de outros que marcaram época.


A Banda Styllus estourou em 2001 e chegou a nível nacional com o sucesso ”Toque toque Dj”do compositor Ramilson Sarubby, interpertada pelo Joab Maia,  indo aos canais, Rede Globo, SBT, Rede Record, Rede TV, entre outros. Nessa trajetória de sucesso brilhante não podemos deixar de agradecer aos compositores Sérgio Luiz e Osair Banana que assinaram grandes sucessos da Banda e a todos que fizeram com que o sonho do menino Ednir se tornasse realidade e marcasse o coração de todos amantes do verdadeiro forró de qualidade até os dias hoje. A Banda Styllus hoje tem a frente a única mulher de 7 irmãos, Iara Daiane, que com sua voz brilhante, marcante e um carisma maravilhoso torna-se vivo interpretando os maiores e inesquecível sucessos desse sonho que se tornou realidade ”O melhor estilo de fazer forró” (Banda Styllus). Finalizo minha homenagem como iniciei com a frase memorável criada pelo poeta, compositor e cantor Ednir (in memorian):

“Não sei para onde vou, Nem de onde você vem, Mas tenho certeza de que qualquer dia desses nós nos encontraremos num baile com a Banda Styllus”. (Ednir Maia)

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Repertório:

1 – Vida de vaqueiro
2 – Ainda choro (mar de solidão)
3 – Coração velho
4 – Natureza Suprema
5 – São João na Terra
6 – Vem pra mim (Atração)
7 – Dor de saudade( Banda Styllus).

 

PORTALFORRO.NET – Coluna LEMBRANÇAS DO FORRÓ apresenta: A história de Jackson do Pandeiro

Por Luís Painho

Tradicional nome da música nordestina, a bela e inesquecível trajetória de sucesso do Paraibano de Alagoa Grande, Jackson do pandeiro é o tema da minha coluna de hoje. Jackson nasceu em 31 de agosto de 1919, com o nome de José Gomes Filho. Ele era filho de uma cantadora de coco, Flora Mourão, que lhe deu o seu primeiro instrumento: o pandeiro. Seu nome artístico nasceu de um apelido que ele mesmo se dava: Jack, inspirado em um mocinho de filmes de faroeste, Jack Perry.

A transformação para Jackson foi uma sugestão de um diretor de programa de rádio. Dizia que ficaria mais sonoro e causaria mais efeito quando fosse ser anunciado. Somente em 1953, com trinta e cinco anos, Jackson gravou o seu primeiro grande sucesso: “Sebastiana”, de Rossil Cavalcanti. Logo depois, emplacou outro grande hit: “Forró em Limoeiro”, rojão composto por Edgar Ferreira. Foi na rádio pernambucana que ele conheceu Almira Castilho de Albuquerque, com quem se casou em 1956, vivendo com ela até 1967. Depois de doze anos de convivência, Jackson e Almira se separaram e ele se casou com a baiana Neuza Flores dos Anjos, de quem também se separou pouco antes de falecer. No Rio de Janeiro,  já trabalhando na Rádio Nacional, Jackson alcançou grande sucesso com “O Canto da Ema”, “Chiclete com Banana” e “Um a Um”. Os críticos ficavam abismados com a facilidade de Jackson em cantar os mais diversos gêneros musicais: forró, baião, coco, samba-coco, rojão, além de marchinhas de carnaval. Muitos o consideram o maior ritmista da história da Música Popular Brasileira e, ao lado de Luiz Gonzaga, foi um dos principais responsáveis pela nacionalização de canções nascidas entre o povo nordestino. Sua discografia compreende mais de 30 álbuns lançados no formato LP.  Desde sua primeira gravação, “Forró em Limoeiro”, em 1953, até o último álbum, “Isso é que é Forró!”, de 1981, foram 29 anos de carreira artística, Jackson do Pandeiro que era diabético desde os anos 60, morreu aos 62 anos, em 10 de julho de 1982, na cidade de Brasília, em decorrência de complicações de embolia pulmonar e cerebral mas deixou sua marca registrada até os dias de hoje com seu forró de qualidade, ritmado e misturando samba com forró! Essa é uma simples homenagem aquele que juntamente com com o nosso Rei do Baião, Luiz Gonzaga, valorizou e consolidou a verdadeira e boa cultura musical nordestina.

PORTALFORRO.NET – Coluna LEMBRANÇAS DO FORRÓ apresenta: A história de Luiz Fidélis

 


Por Luís Painho

Venho por meio de simples e sinceras palavras falar de um Caririense de Juazeiro do Norte -CE terra do Padre Cicero Romão,e foi através de suas letras poéticas que retrata a vida e o cotidiano nordestino conquistou a todos forrozeiros e apreciadores da boa música contemporânea.Estou falando de Luiz Fidélis O poeta cantador.Luiz foi músico da noite cantando MPB e músicas regionais e chegou em Fortaleza-CE com a indicação de um amigo,o Luizinho Magalhães que o indicou para o Emanuel Gurgel e abraçou esse mestre e suas belissimas obras muiscais.Seu primeiro trabalho ainda em LP foi “Retrato” seguindo do trabalho “Renovação” que trouxe os sucessos:Forrobodó,Flor do mamulengo,na ponta do pé,Beija flor e quererê que veio estourar mais tarde com a Banda Mastruz com Leite.Seu terceiro trabalho foi o cd “O preço de um Homem” emplacando os sucessos:Gatinha do forrozão e Para ser doido é preciso ter Juizo que conta a história das figuras lendárias do Juazeiro do Norte.Seu quarto trabalho foi o Luiz Fidelis Voz e violão e o último no momento gravado é o cd Luiz forró Fidélis produzido por Santana o Cantador e trás grandes amigos cantadores em participações memoráveis.Luiz Fidelis é um grande compositor e tem grandes canções estouradas por bandas cearenses em destaque O Mastruz que gravou a maioria dos sucessos do Poeta como: Se lembra coração, Meio dia, Namoro de criança, Eu e o camaleão, Meu bê a bá, Forrobodó, Flor do mamulengo, Na ponta do pé, entre outras. Outras canções foram estouradas e assinada por ele como: Noda de caju, Seis cordas, Olhinhos de fogueira, Baião de dois, Diz que me ama porra. Fez parcerias com grandes nomes do nosso nordeste como o inesquecível Patativa do Assaré (in memorian), Domiguinhos, Flávio José, Elba Ramalho, Fagner, Quinteto Violado, Fábio Carneirinho, Calcinha Preta, Mulheres Perdidas. Uma banda que recebeu sua assinatura e canções com sátiras e falando de amor foi a Cachorra da Mulesta que implicou os sucessos “Corto e dô pro gato” e “Chega de sofrer”. Luiz Fidelis é formado na Faculdade UNIFOR em Fortaleza, casado com Ameliana Darineia e pai de 4 filhos. Essa é uma simples homenagem ao grande poeta que retrata o cotidiano nordestino em forma de lindas poesias.

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01 – O preço de um homem

02 – Pra ser doido é preciso ter juízo

03 – Flor do mamulengo

04 – Meio-dia

05 – Baião de dois

06 – O que é saudade

Abaixo você vê também a capa e a discografia completa do artista: 

   

 

 

PORTALFORRO.NET – Coluna LEMBRANÇAS DO FORRÓ apresenta: A história de Kátia di Tróia

O Portal Forró inicia hoje uma série de reportagens que buscam resgatar a história de grandes nomes que fizeram e fazem o movimento forrozeiro. O colunista e forrozeiro Luís Painho vai fazer uma viagem rica em detalhes e curiosidades a respeito da vida e obra de nomes famosos e informar você, forrozeiro, que curtiu cantores, músicos e compositores desde o princípio e levar conhecimento resultado de uma intensa pesquisa também para as novas gerações que acessam o Portal Forró. Com a palavra, Luís Painho:


 
Hoje venho recordar uma doce e aveludada voz que marcou época,amores e desamores do passado com lindas canções que marcaram um tempo maravilhoso do nosso forró,Estou falando da bela Kátia di Tróia.Estou falando de uma Carioca que veio para o Nordeste em meados dos anos 90 e trouxe sua musicalidade e seu carisma dando inicio em Salvador-BA cantando clássicos baianos e lançando um LP no mesmo seguimento intitulado “Maré de Luar” e implacou na época o sucesso “Noite Sonhada”composição de Zé Lima e João de Deus.Nessa mesma temporada viajou para o Ceará e gravou o primeiro Single,o LP intitulado “Cigana” em seguida veio o LP “Mistura de Amor” em 1994,seguindo com seu primeiro cd e estourou com o Sucessos “Voz do Coração”,”Meu Cangaceiro”,”Toque Toque sanfoneiro”,”Brinquedo de amor”,”Mistura de Amor” e “Cigana”.Nesse seguimento forró vinheram outros grandes sucessos com os cds :Vontade Doida,Ei psiu Ao vivo,Forró número 1,Acústico, Tempo para Tudo e o Kátia di tróia Canta Mastruz com Leite.Ela estourou nas Bandas Do Rio Grande do Norte :Forrónela e Forromance.Além de uma inésquecivel interprete Kátia marcou por suas belas composições estouradas em outras bandas como Mastruz e os Sucessos:Quero te namorar e Alta tensão parceria com seu maridão e grande produtor musical Ronaldo de Castro onde assina junto com ela belas canções,No Forró Cavalo de Pau temos outra linda canção composição da Kátia “Quem quiser meu coração”,na Calcinha Preta “Abra o seu coração” que também foi gravada na voz dela na Banda Forromance, foram tantas brilhantes mais essas foram as mais tocadas.Hoje a Kátia di Tróia se chama Kátia Oliveira Di Jesus,se converteu ao Evangélico e transmite mensagens,palavras e louva ao senhor cantando canções gospel que são lindas e abençoadas, com letras e melodias memoráveis que a mesma gravou em cds do seguimento Gospel.Essa foi minha singela homenagem aquela que marcou e continua marcada em nossos corações forrozeiro.Texto e pesquisa Luis Painho.

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Repertório:

01 – Fazendo o ferro derreter

02 – Mistura de amor

03 – Vontade doida

04 – Moreno

05 – Cigana

06 – Tempo para tudo

 

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